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Pix vs Zelle: Como o sistema brasileiro de pagamentos superou o modelo dos Estados Unidos

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O modelo de transferências instantâneas desenvolvido no Brasil tornou-se referência global ao superar o sistema norte-americano em termos de inclusão, gratuidade legal e ferramentas de segurança financeira para a população.

BRASIL GANHA EM PAGAMENTOS

De acordo com informações divulgadas pelo portal G1, enquanto a alternativa brasileira é um ecossistema público gerido de forma centralizada pelo Banco Central desde 2020, a modalidade dos Estados Unidos consiste em uma iniciativa totalmente privada criada em 2017 por um conglomerado de grandes bancos. Essa diferença estrutural impacta diretamente o cotidiano dos cidadãos: a tecnologia nacional atende hoje mais de 170 milhões de usuários e possui integração obrigatória em qualquer instituição financeira, operando com gratuidade garantida por lei para pessoas físicas tanto em transferências comuns quanto no comércio e em guias públicas.

COMO O PIX SUPERA O ZELLE

Em contrapartida, a ferramenta norte-americana funciona apenas em estabelecimentos e bancos conveniados à sua rede exclusiva, focando quase que totalmente em repasses de valores menores entre indivíduos e sem oferecer salvaguardas legais de isenção de tarifas, o que deixa os custos a critério de cada cooperativa ou instituição parceira. No quesito agilidade e proteção ao consumidor, as lógicas também divergem profundamente.

SEGURANÇA E CUSTO NO BOLSO

O repasse no Brasil ocorre sempre em tempo real, em poucos segundos e a qualquer hora, vindo acompanhado de recursos centralizados antifraude como o Mecanismo Especial de Devolução (MED) e opções nativas de estorno simplificado. Já a alternativa americana pode apresentar atrasos de alguns minutos no envio e adota critérios rígidos que bloqueiam cancelamentos ou recuperações de quantias se o destinatário já tiver uma conta ativa na base, reduzindo as defesas do usuário em situações de erro ou golpes.

Com informação de G1.

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