A Organização dos Estados Americanos (OEA) anunciou o envio de observadores internacionais para as eleições gerais de outubro no Brasil. Os observadores visitarão locais de votação e se reunirão com autoridades brasileiras durante os dois turnos da eleição.
O acordo que permite a entrada dos observadores no país foi assinado na quinta-feira (13) pelo secretário-geral da OAB, Albert Ramdim, e pelo representante do Brasil na OEA, Benoni Belli.
O envio de representantes internacionais para monitorar o processo eleitoral é uma prática comum, que ocorre dentro de acordos de cooperação. Da mesma forma, autoridades brasileiras são enviadas para observar eleições em outros países.
Esta será a quinta vez que a OEA envia observadores ao Brasil, com a atividade iniciada nas eleições presidenciais de 2018. Na última eleição presidencial, em 2022, a OEA relatou que o pleito ocorreu de forma ordenada e normal.
Além da OEA, outras entidades, como a União Europeia, o Parlamento do Mercosul, a União Interamericana de Organismos Eleitorais, a Liga dos Estados Árabes e a Rede dos Órgãos Jurisdicionais de Administração Eleitoral da CPLP, também confirmaram o envio de observadores internacionais.




