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Músico Lô Borges internado após intoxicação medicamentosa em Belo Horizonte

O renomado cantor e compositor mineiro, Lô Borges, de 73 anos, encontra-se hospitalizado na Unimed, em Belo Horizonte, após sofrer uma intoxicação medicamentosa. A internação ocorreu na sexta-feira, dia 17, depois que o artista passou mal em sua residência. A informação foi confirmada nesta quarta-feira por seu irmão, Yé Borges.

O boletim médico mais recente indica que o estado de saúde de Lô Borges é estável. Segundo comunicado do hospital, o músico apresenta “todas os parâmetros clínicos em bom nível” e demonstra uma melhora significativa. Contudo, ainda não há uma previsão para a alta hospitalar.

Salomão Borges Filho, conhecido como Lô Borges, é um dos fundadores do influente movimento Clube da Esquina, ao lado de Milton Nascimento. O movimento, que revolucionou a música brasileira nas décadas de 1970 e 1980, mesclava elementos do rock, jazz e da psicodelia com a tradição da MPB e da música mineira, criando uma sonoridade atemporal. O nome do movimento é uma referência ao disco homônimo lançado em 1972.

Entre as canções de destaque compostas por Lô Borges, encontram-se clássicos como “O Trem Azul”, “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo”, “Tudo Que Você Podia Ser” e “Nada Será Como Antes” – esta última em parceria com Milton Nascimento.

A vasta obra de Lô Borges é amplamente reconhecida como um dos pilares da rica e diversificada produção musical brasileira. Suas composições foram interpretadas por grandes nomes como Tom Jobim, Elis Regina, Milton Nascimento, Flávio Venturini, Beto Guedes, 14 Bis, Skank e Nando Reis, entre outros.

O caso de Lô Borges serve como um alerta para um problema de saúde pública comum e, muitas vezes, negligenciado. Dados apontam que os medicamentos são uma das principais causas de intoxicação no Brasil. Nesse contexto, a atuação do farmacêutico se torna crucial na prevenção, orientando pacientes e familiares sobre a administração correta dos medicamentos, incluindo dose, horários e via de administração, prevenindo erros potencialmente graves. Em pacientes que utilizam múltiplos medicamentos, como é comum entre idosos, o farmacêutico pode identificar interações perigosas entre as substâncias, evitando a potencialização de efeitos tóxicos. Uma das principais funções do farmacêutico é alertar sobre os riscos da automedicação, prática culturalmente enraizada no país, que pode acarretar consequências graves.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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