Uma ação militar atribuída aos Estados Unidos contra a Venezuela desencadeou uma crise diplomática internacional e elevou o nível de tensão na América Latina. O presidente norte-americano Donald Trump declarou que o ataque teve como objetivo alvos estratégicos venezuelanos e afirmou que o presidente Nicolás Maduro teria sido capturado durante a operação.
O governo venezuelano negou a versão apresentada por Washington e afirmou que não há confirmação sobre a situação de Maduro. Em pronunciamento oficial, o ministro da Defesa da Venezuela classificou o ataque como “vil e covarde” e acusou os Estados Unidos de violarem a soberania nacional e o direito internacional. Segundo as autoridades locais, a ofensiva atingiu instalações militares e áreas próximas a centros urbanos, resultando em mortes e feridos, incluindo civis e integrantes das Forças Armadas.
Diante da incerteza sobre o paradeiro do presidente venezuelano, a vice-presidente Delcy Rodríguez exigiu que o governo norte-americano apresente provas de vida de Maduro. Ela responsabilizou os Estados Unidos por qualquer dano à integridade física do chefe de Estado e denunciou o que chamou de agressão armada contra o país.
A ofensiva também repercutiu no cenário internacional. A Rússia condenou oficialmente a ação militar, classificando o episódio como um ato de agressão armada contra um Estado soberano. O governo russo defendeu o respeito ao direito internacional e pediu que o conflito seja resolvido por meios diplomáticos, alertando para o risco de escalada e impactos globais.
O episódio reacende um histórico de tensões entre Estados Unidos e Venezuela, marcado por sanções econômicas, disputas políticas e rompimento de relações diplomáticas.
Especialistas avaliam que a situação pode agravar a instabilidade regional, com reflexos econômicos, políticos e humanitários em países vizinhos. Até o momento, não há confirmação independente sobre a situação de Nicolás Maduro nem anúncio oficial de novas operações militares.
Crédito: Com informações da Agência Brasil




