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Estimativas para inflação e crescimento do PIB permanecem estáveis

© Marcello Casal JrAgência Brasil

O mercado financeiro projeta estabilidade nos principais indicadores econômicos para 2025, incluindo a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) e a inflação. As estimativas foram compiladas e divulgadas nesta segunda-feira.

A expectativa para o crescimento da economia brasileira em 2025 se mantém em 2,16%. Para 2026, a projeção para o PIB é de 1,78%. As previsões para 2027 e 2028 apontam para expansão de 1,88% e 2%, respectivamente.

A projeção para a cotação do dólar é de R$ 5,41 ao final deste ano. Para o fim de 2026, a estimativa é que a moeda americana atinja R$ 5,50.

No que se refere à inflação, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é de 4,55% para 2025. Para 2026, a estimativa permanece em 4,2%. Já para 2027 e 2028, as projeções indicam 3,8% e 3,5%, respectivamente.

A estimativa para a inflação em 2025 ainda se encontra acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, estabelecendo um intervalo entre 1,5% e 4,5%.

Em setembro, a inflação oficial registrou um aumento de 0,48%, influenciada pelo aumento nas tarifas de energia elétrica. Nos últimos 12 meses, o IPCA acumula uma alta de 5,17%, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) definiu a taxa básica de juros (Selic) em 15% ao ano como instrumento para alcançar a meta de inflação. A recente decisão do Copom manteve a Selic estável, embora o comitê não descarte a possibilidade de elevar os juros no futuro, caso necessário.

Analistas estimam que a taxa básica de juros encerre 2025 em 15% ao ano. Para o final de 2026, a expectativa é de uma queda para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é de novas reduções, atingindo 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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