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Investimento de R$ 850 milhões: pedra fundamental do Complexo Farol/Barra do Furado será lançada neste sábado (21)

Complexo Logístico Farol/Barra do Furado. Divulgação/BR Offshore

O Norte Fluminense vive um novo momento de expectativa e desenvolvimento. Quissamã e Campos dos Goytacazes ganham destaque com a retomada do Complexo Logístico e Industrial Farol/Barra do Furado, um projeto estratégico que promete transformar a dinâmica econômica da região.

Com investimento que pode chegar a R$ 850 milhões, o empreendimento terá sua pedra fundamental lançada no próximo sábado (21), marcando oficialmente o início de uma nova etapa após anos de paralisação. 

À frente do projeto está a BR Offshore, liderada pelo empresário Ricardo Vianna. A proposta inclui a implantação de um terminal portuário e de um estaleiro voltado ao reparo, desmantelamento e reciclagem de embarcações e plataformas, acompanhando as demandas atuais do setor de petróleo e gás. 

Mais do que uma obra, o complexo representa oportunidades. A previsão é que cerca de 2 mil empregos sejam gerados já na fase de implantação, movimentando a economia e abrindo portas para trabalhadores da região. 

O projeto também tem forte articulação institucional. Os prefeitos Wladimir Garotinho, de Campos, e Marcelo Batista, de Quissamã, vêm acompanhando de perto o avanço das tratativas e participaram de reuniões com o empresário responsável, reforçando a união regional em torno do desenvolvimento. 

Com localização estratégica na entrada do Canal das Flechas e área estimada em 1 milhão de metros quadrados, o complexo surge como um novo polo logístico e industrial. Além de fortalecer a cadeia do petróleo e gás, a estrutura também se conecta ao crescimento da energia eólica offshore e à crescente demanda por reciclagem naval. 

O projeto, idealizado há cerca de 15 anos, foi interrompido em meio à crise econômica e à retração da indústria petrolífera. Agora, com nova estrutura financeira e a entrada de investidores como o Banco Fator, ganha fôlego e previsão de operação entre 2027 e 2028. 

A previsão é que o complexo deverá gerar cerca de 800 empregos diretos e mais de 3 mil indiretos, consolidando Quissamã e Campos como protagonistas de um novo ciclo de crescimento no estado do Rio de Janeiro. 

Com informações de O Globo

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