O número de vítimas fatais após a queda de um avião de pequeno porte em Belo Horizonte subiu para três nesta segunda-feira (4). Entre elas está o empresário Leonardo Berganholi, de 50 anos, que chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
O acidente aconteceu logo após a decolagem no Aeroporto da Pampulha, quando o piloto relatou problemas à torre de controle. A aeronave perdeu altitude e atingiu a área de estacionamento de um prédio residencial, mobilizando equipes de resgate.
Também morreram no local o piloto Wellington Oliveira, de 34 anos, e Fernando Moreira Souto, de 36, filho do prefeito da cidade de Jequitinhonha. Outros dois ocupantes seguem internados em estado grave no Hospital João XXIII, incluindo o filho do empresário.
O voo havia saído de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, e fez uma parada na capital mineira antes de seguir para São Paulo. Após o desembarque de dois passageiros e o embarque de outro, o avião decolou novamente com cinco pessoas a bordo.
Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil, a aeronave, fabricada em 1979, não tinha autorização para operar como táxi aéreo, ou seja, não poderia ser utilizada para transporte comercial remunerado.
As causas da queda ainda serão investigadas pelas autoridades competentes. O caso chama atenção para as condições de operação e fiscalização de voos privados no país.
Com informações do G1.




